Moradora de Porto Velho e Estudante da UNASP Vende Mel em Sachê APIMEL para Pagar Faculdade

Estudante Célia vende mel APIMEL

A acadêmica do terceiro período de Fisioterapia a UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo), natural do Amazonas e moradora do bairro Esperança da Comunidade, zona Leste de Porto Velho, Célia Regina Pinto Mar, anda sozinha pelas ruas vendendo mel de sachê – com uma caixa de 350 gramas – onde com o dinheiro arrecadado pretende pagar as mensalidades do Centro Universitário de 2010.

Célia Regina, disse que a sua meta é vender 600 caixas de mel de sachê para cobrir as suas despesas acadêmicas até o dia 28 de janeiro. Em contato com a reportagem do Rondoniaovivo, a acadêmica falou um pouco de sua vida na capital do Estado de São Paulo: “Eu cheguei lá sem ter a ideia como era frio, sou da Amazônia e você sabe, só levei roupa do nosso clima, que é muito quente”, explicou Célia.

A acadêmica disse que os seus planos acadêmicos começaram em 2007 quando ela já ouvia de colegas sobre uma promoção de venda de livros. Quem atingisse a meta das vendas iria fazer o vestibular em São Paulo. “Eu comecei a vender, mas livro era muito difícil, porém tentei”, finalizou Célia.

Nas suas andanças por Porto Velho, a acadêmica conheceu em 2008 um grupo de vendedores de mel de sachê, da marca Apimel, cuja distribuidora fica em Piracicaba, interior de São Paulo.

“Percebi que era mais fácil vender o mel. É um produto ligado a saúde, e os brasileiros agora estão querendo cuidar mais de si. Parti para vender e só no primeiro dia vendi oito embalagens. Consegui com muita dificuldade fazer minha inscrição”, desabafou Célia.

Considerada uma “bandeirante de Rondônia” e acadêmica de fisioterapia, informou à reportagem que é muito bem tratada pelos gestores da UNASP e pela suas quatro colegas de quarto, todas do Sul do Brasil, onde vive em um pensionato.

Revenda de Caixinhas de Mel ajuda estudante concluir seu Doutorado:

Uma história de determinação e vitória, confira abaixo um relato de Antonio Ferreira de Oliveira, que revendendo as Caixinhas de Mel da Apimel completou seu Doutorado com muita determinação e garra.

Nós da Apimel nos sentimos honrados em fazer parte destas grandes conquistas, são histórias como essas que nos motivam a nos empenhar a cada dia, para oferecer produtos de qualidade para  a revenda e proporcionar conquistas como a de  Antonio Ferreira de Oliveira.

Confira a história.

Minha experiência com a venda de melzinho, (como chamávamos o mel em sachê), começou em 1985. Morava em Petrolina e estudava em Juazeiro da Bahia. Naquela época só existia a chamada geleia real com mel em sachê. O preço de compra por atacado tornava barata a unidade, o lucro era atraente.

Fui trabalhar numa vila de funcionários da CHESF (Companhia Hidroelétrica do Vale do São Francisco), a mesma vila em que havía morado três anos antes. Levei 100 caixas e, em poucos dias, havia vendido todas. Lembro que eu estava necessitando de sapato, mas com o serviço de vendas consegui comprar um além de pagar as dívidas e me manter estudando.

Fazia então o curso de Agronomia e tinha aulas o dia todo quando chegava em casa, por volta das 17 horas, saía para as minhas vendas. A oração me dava forças para não desanimar e a coragem para o trabalho no qual muitas vezes era muito bem atendido, mas uma simples mal atendimento tendia a marcar mais na alma.

Resolvi vender na cidade de Paulo Afonso e de novo obtive um sucesso estrondoso com as vendas e assim consegui recursos para continuar estudando. Nesta época, fui com um amigo vender em Juazeiro do Ceará, ali não conseguimos vender quase nada. Meu amigo voltou para casa, eu resolvi permanecer batalhando e vendia uma caixa esporadicamente mas aproveitei para vender revistas de saúde. Eu estava com uma ferida terrivelmente infeccionada na perna e com o dinheiro ganho tomei uma injeção de Benzetacyl que foi suficiente. Nesta cidade de romeiros, havia muita gente pedindo esmola, muitos dos quais nem precisava disto. Por fim, resolvi ajudar um aleijado que foi a única pessoa que vi que pedia precisando mesmo, ao dizer obrigado o cheiro da cachaça quase me fez cair de costas…

O Mestrado em Microbiologia fiz em Jaboticabal pela UNESP. Tive um bolsa de auxilio por um ano, o Mestrado durou 4 anos. Eu me virei com a venda de geleia real agora já havia coma opção de mel com própolis. Fazia palestra nas firmas e vendia o melzinho. Foi assim que conclui o mestrado. Morava em Pindamonhangaba e viajava de moto os 500 km até Jaboticabal. Parava cansado na estrada e procurava vender nas borracharias ou para caminhoneiros. Em uma das viagens um caminhão grudou bem atrás da moto que não conseguia atingir mais de 115 km/h e o caminhão colado a toda velocidade atrás de mim, não havia acostamento para dar passagem, somente lá embaixo uma ponte tinha um acostamento simples e foi onde eu consegui desviar a moto e o caminhão passou roncando ao meu lado.

2016, então já fazendo o doutorado não consegui finalizar a tempo o curso e o período de recebimento da bolsa do CNPQ finalizou, eu tive que me virar sem recursos. Resolvi voltar a vender o melzinho, Agora eu contatei com a APIMEL com embalagens e sabores atraentes. No estado do Amapá não havia vendedores e eu, por vezes, vendia quase sem nem falar do produto. Uma vez ao sair de casa com uma caixa na mão, um carro parou e a pessoa pediu para comprar e vendi assim a caixa de mel. Finalmente, no dia 26 de agosto de 2016 defendi a tese para obtenção do título de Doutor em Biodiversidade.

O país enfrentava uma crise terrível, o governo sofria um processo de impeachment devido à corrupção e roubalheira e a crise se instalou. Mas as vendas continuaram boas. Em alguns comércios eu realizava um tipo de comércio antigo chamado escambo, trocava caixa de mel por produtos que a pessoa vendia, frango assado ou peixe ou produtos diversos para o lar.

Deixa-me contar alguma experiência que passei na venda desses produtos. Uma vez vendi numa construção. Um homem simples já com uns 48 anos comprou o melzinho. Depois me disse que, ao chegar em casa, encontrou a filhinha dele doente com gripe forte e tosse, mas disse a ela : “Hoje você vai dormir bem, hoje trouxe um remédio bom pra você!” E a garotinha teve uma noite em paz e dormiu bem após ter tido vários dias de sofrimento.

Certa vez, há alguns anos, cheguei de uma viagem onde fui buscar minhas caixas de mel. Cheguei com duzentas caixas e, na minha rua, vi uma moça vendendo as caixas de mel. Na época eu vendi a 12 reais e a moça vendia por 13 reais duas caixas. Pior que se tratava de uma equipe que vinha em uma Kombi com muitos jovens. E eu com duzentas caixas para vender. Em poucos dias eu já havia vendido todas minhas caixas e precisei obter mais.

Assim me formei com:

Gratidão ao Amado em primeiro lugar. Ao Orientador, e à Apimel que com um produto de qualidade proporcionou a possibilidade de manutenção e de vitória!

Mel em Supermercado

Olá eu me chamo Katiucia Felix e gostaria de passar para vocês um pouco de minha história com Apimel.

Em 1995 fui contemplada a uma bolsa de estudos pelo IAENE hoje conhecido como Faculdade Adventista da Bahia, mas a direção da escola mudou e quando nós bolsistas passamos no vestibular do ano de 2000 não teríamos mais direito a bolsa, fiquei primeiramente muito triste pois como muitos teria que deixar meu sonho para trás ,contudo ressalvo aqui que até hoje sou muito grata ao IAENE por te mim concedido a bolsa por alguns anos sou o que sou hoje em parte pelo aprendizado que lá tive. Porém sou muito otimista e não gosto desistir fácil,ou seja, quase nunca desisto dos meus objetivos , então busquei meios onde eu poderia continua meus estudos e pagar a faculdade parte de minha faculdade teve a contribuição grande pela Apimel é bem verdade que nas férias comportava mais no período de aula eu vendia mel em Feira de Santana , Cachoeira de São Félix, Muritiba, postos de gasolina da Br 101 e em Santo Antônio de Jesus/BA, dessa forma conseguir pagar toda minha formatura e ainda sobrava dinheiro no bolso onde supria minhas necessidade pessoais , já que meus pais não tinha condições de me enviar nem o dinheiro. Hoje sou distribuidora da APIMEL para redes de supermercados nas cidades de Mossoró, Areia Branca, Porto-do-Mangue, Grossos e Tibau região só Rio grande do norte.

A APIMEL tem tido muito significância em minha vida!

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